quinta-feira, 30 de setembro de 2010

FAMOSOS

Carolinie Figueiredo e Fernanda Pontes 

fazem rapel no Canal de Marapendi

Desafiadas pela equipe de produção do "Esporte espetacular", Carolinie Figueiredo e Fernanda Pontes se juntaram à apresentadora Cristiane Dias e encararam uma aventura no Rio. As atrizes remaram, subiram uma escada de 22 metros de altura e depois fizeram um rapel, pulando do alto do viaduto do Canal de Marapendi, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.
O circuito foi proposto por um grupo de dublês de cenas de ação, que supervisionou o trio durante a aventura. As meninas saíram da margem do canal, remaram até o viaduto e tinham que subir pela escada, que estava pendurada na ponte. Uma vez lá em cima, atravessavam a rua e faziam o rapel, caindo num banco de areia. Momento de pegar a prancha novamente e remar até a margem, onde, como num revezamento, outra participante começava o circuito.
- Foi uma loucura - conta Carolinie, que perdeu 14 quilos recentemente lutando muay-thai. - Foi meu primeiro contato com algum esporte radical. Eu sempre fui preguiçosa, nunca me imaginei fazendo algo deste tipo.
A atriz confessa que ficou com medo quando foi convidada para o desafio, mas topou justamente porque está mudando seus hábitos e gostaria de testar os limites de seu corpo;
- O momento de subir a escada foi o pior. Meu braço tremia muito e eu cheguei a chorar - revela Carolinie, - Mas a sensação de ter completado o circuito foi maravilhosa. Agora eu topo qualquer desafio.


Acostumada a praticar esportes radicais, Fernanda Pontes disse que o circuito foi desafiador mesmo para ela.
- Foi uma superação - diz. - Eu preciso dessa adrenalina para me manter viva.
As imagens devem ir ao ar no próximo dia 3.

Veja mais fotos abaixo:

 Postado originalmente por: http://lc4.in/x6LD

SEGURANÇA

Policiais civis são acusados de agressão em boate

Três policiais civis da 16ª DP (Barra da Tijuca) foram acusados de agressão por dois empresários após uma briga em uma boate da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na madrugada desta quinta-feira. De acordo com o empresário do ramo de bebidas energéticas Roberto Suaid, e Anderson Cavalcanti, proprietário de uma loja de móveis,  um amigo das vítimas, identificado como Nicolas, foi agredido e precisou de socorro.

Os envolvidos na confusão prestam depoimento na delegacia do bairro. O tumulto aconteceu durante a madrugada na boate Taj Loungue. A briga teria sido apartada por seguranças, e um novo tumulto teve início. A polícia militar foi acionada, e sete agressores, usando camisas da Polícia Civil, e apresentando sinais de embriaguez, segundo o empresário, iniciaram uma nova confusão.

Anderson afirma ter sido algemado e arrastado pelas escadarias da boate. O delegado Rafael Willis vai investigar o caso.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA



O Manifesto em Defesa da Democracia está de novo no ar, espero que, agora, num servidor mais potente. Neste momento, conta com 55.126 assinaturas. Para assinar e divulgar, clique aqui

CIDADE

Prefeitura faz revitalização da Estrada de Jacarepaguá, no Itanhangá
A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos está realizando projeto de revitalização em área de 350 metros quadrados na Estrada de Jacarepaguá, no Itanhangá. Os serviços incluem a pavimentação do asfalto, melhorias no sistema drenagem, limpeza e desobstrução das galerias de águas pluviais, caixas e ramais de ralo, além da construção de 15 novas baias para estacionamento. A previsão é de que os trabalhos estejam prontos até a próxima sexta-feira. Postado originalmente por: http://lc4.in/A87ce

ELEIÇÕES 2010



Aqui, a verdade sobre Dilma e o aborto. Não é um boato anônimo da Internet. 
Ela defendeu a legalização 
Por Reinaldo Azevedo 

Se a página não for tirada do ar, a entrevista em que a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, defende a legalização do aborto está aqui. Foi concedida a Carla Gullo e Maria Laura Nevesm da revista Marie Claire. O título é “A mulher do presidente”. Eu cometi um engano aqui. Havia escrito que a entrevista era de 2007. Não é, não! É de abril de 2009, há pouco mais de um ano.
Dali a alguns meses, a Casa Civil tornaria publico o decreto com o Programa Nacional dos Direitos Humanos, que trazia a legalização do aborto como um… “direito humano”, o que certamente assombra as áreas da política, da filosofia, da religião, da moral e da lógica. E Dilma estava muito à vontade porque, como se nota, falava com interlocutoras que concordavam com ela.
Quando as tais “pesquisas qualitativas” indicaram que essa opinião poderia não trazer votos e até tirar, então a “mulher do Lula” resolver mudar de idéia e se comportar como “a mulher do pastor” — não dá pra dizer “mulher do padre” porque não fica bem…
Então não venham agora alguns coleguinhas escrever coisas como: “O PT combate o boato de que Dilma defende a legalização do aborto…” Ou: “Há uma corrente na Internet segundo a qual Dilma defenderia a legalização do aborto”…
Calma lá!
Em abril do ano passado, já candidata oficiosa, Dilma defendeu a legalização do aborto. Não é boato! O futuro do pretérito, a depender do caso, pode ser só o tempo verbal da história reescrita.
Trecho da revista:
MC Uma das bandeiras da Marie Claire é defender a legalização do aborto. Fizemos uma pesquisa com leitoras e 60% delas se posicionaram favoravelmente, mesmo o aborto não sendo uma escolha fácil. O que a senhora pensa sobre isso?
DR
 -  Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma séria e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos. 
Postado originalmente por: http://lc4.in/hMDT

O País quer Saber

Domitila Becker
A noite estava chegando quando as duas camionetes estacionaram numa ladeira do bairro de Santa Tereza, no Rio. Armados de revólveres e granadas, 11 homens e duas jovens desembarcaram e, em movimentos rápidos, invadiram o casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros, famoso pelo bordão “rouba, mas faz”. Na hora do crepúsculo de 18 de julho de 1969, começava o maior assalto praticado durante a ditadura militar por grupos partidários da luta armada.
Disfarçados de policiais à caça de documentos considerados subversivos, os invasores se espalharam pela mansão. Enquanto alguns subiam ao segundo andar para localizar o cofre, outros imobilizaram moradores e empregados, furaram os pneus dos carros estacionados na garagem e cortaram as linhas telefônicas. A operação durou exatamente 28 minutos. E enriqueceu em US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em valores atuais) a VAR-Palmares, organização comunista que tinha entre seus mais ativos militantes a universitária mineira Dilma Rousseff. “A gente achava que o golpe ia ser grande, mas não tinha noção do tamanho”, disse Dilma numa entrevista publicada em 2006.
O cofre de mais de 200 quilos rolou pela escadaria de mármore, foi colocado numa das camionetes e levado até um “aparelho” ─ termo que identifica os endereços onde moravam ou se reuniam os partidários da luta armada ─ em Jacarepaguá. Ali, com o uso de maçaricos, consumou-se o arrombamento do cofre que fora previamente inundado para evitar que o dinheiro se queimasse. As cédulas secaram depois de estendidas em varais e expostas a ventiladores. Eram parte da fortuna do ex-governador de São Paulo. A informação de que estavam sob a guarda da amante foi transmitida à VAR-Palmares por Gustavo Buarque Schiller, um sobrinho de Ana Benchimol que acabara de filiar-se à organização.
Entre os participantes da ação estavam Carlos Minc, deputado estadual e ex-ministro do Meio Ambiente do governo Lula, e Carlos Franklin Paixão de Araújo, segundo marido e pai da única filha de Dilma Vana Rousseff Linhares, ou Estela, ou Wanda, ou Marina, ou Maria Lúcia, ou Luiza. Embora tenha ajudado a planejar todos os assaltos do grupo, Dilma não figurou entre os invasores do casarão. Providenciou o armamento, guardou o dinheiro e ajudou a distribuir o produto do roubo.
O assalto foi concebido para evitar a falência financeira da VAR-Palmares, fruto da fusão da  Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), liderada por Carlos Lamarca, com o Comando de Libertação Nacional (Colina), onde Dilma debutou na luta armada aos 20 anos, a convite do primeiro marido, o jornalista Galeno Magalhães Linhares. “O Colina foi uma das poucas organizações a fazer a pregação explícita do terrorismo”, escreveu o historiador Jacob Gorender, que esteve preso com Dilma no presídio Tiradentes, em São Paulo.
O destino dos US$ 2,4 milhões permanece envolto em mistério. Uma das versões mais difundidas garante que vários militantes receberam US$ 800 cada um “para emergências” e cerca de US$ 1 milhão foi consumido na aquisição de armas e carros, no pagamento do aluguel dos aparelhos e na compra de áreas para adestramento de guerrilheiros. O embaixador da Argélia no Brasil, Hafif Keramane, foi contemplado com mais US$ 1 milhão para continuar fazendo a ponta com os militantes exilados. Outros US$ 250 mil foram depositados em contas secretas da Suíça e, posteriormente, divididos entre os remanescentes da VAR-Palmares. No livro “A Ditadura Escancarada”, o jornalista Elio Gaspari informa que o cofre do Adhemar permitiu que parte da cúpula da VAR-Palmares deixasse de vagar por pequenas casas de subúrbio e se instalasse numa chácara em Jacarepaguá, equipada com carro estrangeiro e falso motorista.
A fortuna precipitou a desunião. Três meses depois da mais lucrativa ação desde o início da luta armada, a VAR-Palmares foi rachada ao meio. Carlos Araújo e Dilma se juntaram aos companheiros da Vanguarda Armada Revolucionária (VAR), liderada por Antonio Espinosa. Os militantes fieis a Lamarca ressuscitaram a VPR. Consumada a ruptura, Dilma foi encarregada de encontrar em São Paulo um abrigo seguro para o arsenal da VAR. Nesse tempo, a mulher de Carlos Araújo dividiu um quarto de pensão com Maria Celeste Martins na Avenida Celso Garcia, na Zona Leste. O banheiro era coletivo e as acomodações bastante precárias.
“Eu e a Celeste entramos com um balde”, contou Dilma numa entrevista à revista Piauí de abril de 2009. “Eu me lembro bem do balde porque tinha munição. As armas, nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a pensão e colocamos embaixo da cama. Era tanta coisa que a cama ficava alta. Era uma dificuldade para nós duas dormirmos ali. Muito desconfortável”. A ex-ministra continua: “Os fuzis automáticos leves, que tinham sobrado para nós, estavam todos lá. Tinha metralhadora, tinha bomba plástica. Contando isso hoje, parece que nem foi comigo”. Presa no início de 1970 com documentos falsos e armas de fogo, Dilma ficou três anos na cadeia.
A história de outros participantes do roubo foi resgatada pelo Grupo Tortura Nunca Mais: João Domingos da Silva morreu em setembro de 1969, depois de submetido a sucessivas sessões de tortura. Em abril do ano seguinte, quando o carro que dirigia foi cercado pela polícia, Juarez Guimarães de Brito matou-se com um tiro na cabeça. Gustavo Buarque Schiller atirou-se de um edifício em Copacabana em 22 de setembro de 1985.
Ana Capriglione e os herdeiros do governador nunca reivindicaram os milhões furtados. Os descendentes da guardiã da fortuna continuam jurando que o cofre estava vazio. Postado originalmente: http://lc4.in/h2ED

SAÚDE

Hospital Sarah do Rio de Janeiro já está cadastrando para atendimento
O HOSPITAL SARAH RIO, especializado em neuroreabilitação, inaugurado no dia 01 de maio de 2009, na Barra da Tijuca, já está cadastrando para atendimento, novos pacientes adultos e crianças com as seguintes patologias:
·         Paralisia cerebral
·         Crianças com atraso do desenvolvimento motor
·         Sequela de traumatismo craniano
·         Sequela de AVC
·         Sequelas de hipóxia cerebral
·         Má-formação cerebral
·         Sequela de traumatismo medular
·         Doenças medulares não traumáticas como mielites e mielopatias
·         Doenças neuromusculares como miopatias, neuropatias periféricas hereditárias e adquiridas, amiotrofia espinhal
·         Doença de Parkinson e Parkinsonismo
·         Ataxias
·         Doença de Alzeihmer e demências em estágio inicial
·         Esclerose múltipla
·         Esclerose lateral amiotrófica em estágio inicial
·         Mielomeningocele
·         Espinha bífida
·         Paralisia facial
O atendimento é totalmente gratuito.
O cadastro para atendimento de novos pacientes é feito exclusivamente pelos telefones:   
21 3543-7600  21 3543-7600    21 3543-7600  21 3543-7600 e 21 3543-7601/2, 
das 08 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
http://www.sarah.br/
Endereço:
Embaixador Abelardo Bueno, nº 1.500
Barra da Tijuca
22775-040 – Rio de Janeiro – RJ
 

ELEIÇÕES 2010


Cabral chora e Gabeira exibe Serra e Marina
no encerramento da campanha na TV

No último dia de propaganda eleitoral na TV na disputa ao governo do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB) chorou em seu programa, emocionado ao listar o que considerou conquistas de sua administração. Fernando Gabeira (PV) comparou a eleição a um jogo de futebol e exibiu os presidenciáveis Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB), que o apoiam.

Cabral mostrou bandeiras que vinha explorando ao longo da campanha, como as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), as UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) e a parceria com o governo federal. Não exibiu imagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem de Dilma Rousseff (PT), candidata à Presidência --a petista foi apenas citada quando falava sobre projetos para o PAC 2 nos próximos quatro anos. Falou sobre "o Rio do futuro".

Ao final da gravação, Cabral se emocionou ao falar sobre o favoritismo apontado pelas pesquisas. "A população está dizendo sim ao meu governo. A população está dizendo: Cabral, a gente está confiando em você. Então o nível de compromisso de fazer é muito grande", disse, com a voz embargada.

Gabeira comparou a eleição a uma partida de futebol. "Na eleição, o juiz é você." Ele exibiu o apoio de Marina e Serra, e fez um balanço das denúncias que apontou ao longo da campanha, principalmente na saúde.http://www.babybeefbarra.com.br/

ESTAMOS DE OLHO


DEU EM O GLOBO

O tom do recado

Miriam Leitão
A pergunta feita a um empresário, numa conversa com várias pessoas, foi: "É verdade que emissários do PT telefonam para empresas avisando que sabem quem não está fazendo doações para a campanha?"
O empresário respondeu: "Para mim, telefonaram e foram pessoalmente dizer que notaram que eu não tinha feito doação na última eleição nem tinha feito ainda nesta."
Eu ouvi essa conversa estarrecedora. Esse tipo de encaminhamento do pedido de doação, se estiver generalizado, é uma forma de ameaça.
A frase: "Notamos que você não fez doação na última eleição e ainda não fez nesta" pode ser entendida pelo que está embutido: estamos de olho em você.
O Estado, hoje, é quem concede a maioria do crédito; o BNDES aumentou de forma extravagante suas concessões de empréstimo subsidiado e a arbitrariedade de suas escolhas dos "campeões", que o faz negar créditos a alguns e conceder em excesso a outros que, na visão do banco, estão mais aptos a vencer a competição global.
A mistura é explosiva: de um lado, um Estado com poder de vida e morte sobre as empresas; de outro, emissários do partido do governo com uma ameaça embutida na formulação do pedido.
Hoje, um dos grandes riscos que a sociedade brasileira corre é exatamente esse poder excessivo do Estado, controlado como donataria pelo partido do governo. O Estado é o grande comprador, o grande financiador, o grande sócio em qualquer empreendimento. Como ficar contra ele?
Por outro lado: ficando a favor dele, que grandes vantagens se pode ter! Os empresários só falam mal do governo se seus nomes não aparecerem; todos eles estão sendo beneficiados por alguma grande obra, algum grande contrato, alguma licença; ou sonham ser beneficiados no futuro.
Um dos maiores empresários do país foi chamado para uma conversa cheia de ameaças indiretas por ele ter feito declarações contra uma das polêmicas obras que promete ser sorvedouro de dinheiro público.
O governo cooptou movimentos sociais, sindicalistas, parte do movimento cultural, através da distribuição de benesses, patrocínios, contratos e financiamentos. Mas a cooptação dos empresários é mais direta.
Algumas empresas não têm capacidade alguma de bancar os empréstimos que recebem, ou outras são viabilizadas por aderirem aos grandes projetos em que todo o risco é público.
Nas sombras de um Estado gigante, tudo viceja, como os intermediários de negócios, mesmo que eles não tenham delegação para entregar o que prometem. Com um Estado todo poderoso, qualquer espertalhão pode dizer que é a ligação direta com quem decide e pedir uma comissão para isso.
Mesmo que não houvesse casos de corrupção, comprovadamente ligados ao governo, ainda assim, seria o ambiente certo para a propagação dos casos nebulosos de pedidos de propina.

ÚLTIMAS


Polícia Militar traça estratégia para acabar com arrastões 

 A Polícia Militar já tem uma estratégia traçada para acabar com os arrastões nas áreas da Zona Sul e Barra da Tijuca...

Ônibus bate em carroça e deixa trânsito lento na Barra 

Uma carroça com sucata foi atingida por um ônibus e tombou na avenida Ministro Ivan Lins, sentido Recreio