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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

ECONOMIA: Real forte é uma realidade que veio para ficar

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Este Post tem apoio cultural da Inspiração Perfumes
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Desenvolvimento econômico traz um novo cenário, em que as manobras cambiais para conter a queda do dólar são custosas e ineficientes. Só as reformas tornarão a produção do país mais competitiva
O real é candidato a se tornar umas das moedas globais, 
diz economista americano
O Banco Central não tem poupado esforços para conter a apreciação do real em relação ao dólar. Só no governo Dilma, foram anunciadas três medidas consecutivas no mercado de câmbio. O mercado, contudo, já espera que o órgão anuncie nesta quarta-feira uma medida que vai na contramão destas intervenções. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC deve elevar a taxa básica de juros, atualmente em 10,75% ao ano, para combater a escalada de preços. A principal aposta é que a alta será de 0,5 ponto percentual. Com investidores externos com o ‘bolso’ cheio de dinheiro e à procura de locais para aplicar – tendo em vista que os países desenvolvidos, como os Estados Unidos e os europeus, encontram-se com juros perto de zero e dificuldades para crescer –, o Brasil é candidatíssimo a continuar recebendo fluxos expressivos de dólares; ainda mais após um aumento dos juros. Diante deste quadro, a avaliação dos economistas ouvidos pelo site de VEJA é que não há remédio: o país precisa se acostumar ao real forte. A saída não é focar o combate à valorização da moeda, mas, sim, fazer as reformas necessárias para que o setor produtivo nacional – que luta para se impor ante importações crescentes e ganhar mercado no exterior – ganhe competitividade.

Cristiano Souza, economista do Banco Santander, avalia que é natural a apreciação do real na medida em que o país se torna mais confiável e produtivo. “O câmbio é uma resposta às condições econômicas. Países que se desenvolvem tendem a ter apreciação da moeda porque começa a existir mais demanda pelos ativos nacionais. Vamos ter que conviver com câmbio mais valorizado no longo prazo”, conforma-se. “A indústria reclama da taxa de câmbio, mas o problema não é a moeda, é a competitividade”, completa. Para o analista, as soluções para tornar o setor produtivo nacional mais competitivo incluem redução de carga tributária, além de pesados investimentos em infraestrutura e educação.

Movimento internacional – O professor de Economia e Ciência Política de Berkeley (Universidade da Califórnia), Barry Eichengreen, alerta para mudanças expressivas que ocorrerão no sistema monetário internacional nos próximos dez anos. Em seu novo livro “Exorbitant Privilege: The Rise and Fall of the Dollar and the Future of the International Monetary System”, ele prevê que o dólar deixará de ser a moeda dominante nas transações internacionais, cedendo parte de seu espaço a outras divisas. Deverão ganhar maior participação o yuan e o euro.

Einchengreeen explica que o movimento é reflexo do fato de os EUA não serem mais dominantes no PIB global, nem em produção industrial, nem em exportação. A ‘queda’ da moeda americana tem sido, inclusive, acelerada pelo próprio processo de desvalorização ‘forçada’, engendrado pelo governo Obama, que usa injeções de dólares na economia para reativá-la. O problema é que, quando isso acontece, nem todos os dólares vão para o aquecimento da economia. Grande parte desse volume de moeda vai para investimentos em outros países - no Brasil, esse é mais uma pressão de queda para a moeda norte-americana no mercado interno.

O analista do Santander também avalia que o reequilíbrio das moedas globais espelha uma nova configuração de forças da economia internacional. Neste sentido, Einchengreeen vê que a rúpia indiana e o real brasileiro terão papel de destaque.

Contribuição do setor público – Na opinião de Maristella Ansanelli, economista-chefe do Banco Fibra, há um ajuste de médio e longo prazo que pode ajudar a amenizar esta inevitável valorização do real: a contenção das despesas públicas. A redução da gastança do governo contribuiria para o controle da demanda doméstica, o que poderia aliviar a alta dos preços e permitir com que o Brasil trabalhasse com taxas de juros menores – já que este é o instrumento principal de combate à inflação. Com juros mais baixos, a entrada de capital estrangeiro tenderia a perder força e, logo, contribuiria menos para a queda do dólar. Além disso, juros menores estimulariam o investimento de longo prazo, tão necessário para destravar os gargalos de infraestrutura e ampliar a competitividade brasileira.

A despeito do compromisso do governo Dilma de contingenciar o orçamento de 2011, para que o corte de gastos seja efetivo no longo prazo, ele precisa ser estrutural e duradouro. Na visão de Maristella, é preciso realizar reformas abrangentes para conter o gasto público. “Só um ajuste fiscal de fato, com reformas previdenciária e tributária, vai fazer com que a gente seja mais competitivo no longo prazo e permitir crescimento maior que 4,5% ao ano sem gerar inflação”, explica.
Fonte: Veja.com

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

BBB11:Brother sabotador

"BBB 11" terá brother sabotador

FAMOSIDADES
Na próxima terça-feira (11), o reality show "Big Brother Brasil 11" traz uma novidade que promete agitar a casa mais badalada do Brasil: a presença de um sabotador entre os brothers.
De acordo com o blog do jornalista Daniel Castro, o sabotador será um participante que terá que realizar tarefas que prejudiquem os participantes. Como, por exemplo, trancar a despensa por uma semana ou até mesmo perder uma prova de propósito.
A produção do programa irá escolher as sabotagens e o público elegerá os novos sabotadores toda semana, às quartas-feiras. Caso o brother escolhido consiga concluir a tarefa, ganhará um prêmio em dinheiro que ainda será definido pela produção.
Nesta edição, a casa foi totalmente reconstruída e abrigará 17 participantes. O local terá mais um andar, onde, provavelmente, ficará o quarto do lider. Nas outras edições o quarto ficava em uma casa separada, perto do jardim e da piscina.
A lista dos participantes foi divulgada pela Rede Globo na quarta-feira (5). Segundo a emissora, nesta edição, os homens foram maioria entre os inscritos: 61%. O “BBB 11” estreia na próxima terça-feira (11).
Boninho gosta mesmo de surpreender. Enquanto todos esperavam o anúncio dos 17 participantes apenas para a quinta-feira (6), o diretor do “Big Brother Brasil” decidiu antecipar a novidade. Nesta quarta (5), no final da tarde, ele revelou a lista dos novos participantes da 11ª edição do reality show global.
FAMOSIDADES
O programa estreia nesta terça-feira (11) com muitas surpresas. Após um processo seletivo de mais de seis meses e 132 mil inscrições, que vieram de todos os estados do Brasil, foram escolhidos os "brothers e sisters" da vez. Os participantes já estão confinados
A competição premiará o primeiro, segundo e terceiro colocados com R$ 1,5 milhão, R$ 150 mil e R$ 50 mil, respectivamente. Além disso, muitos outros prêmios serão distribuídos durante a 11ª edição do programa, que promete muitas surpresas.
Sobre as provas do programa, Boninho adianta: "O 'BBB11' vem cheio de interatividade, com muitas provas e ações decididas pelo público". O diretor não confirma se haverá a divisão da casa em dois grupos, como ocorreu em edições anteriores. "O 'BBB' é um jogo, fazer a coisa andar mais rápido é bom para o público. Essa edição vai propor uma dinâmica que vai envolver os participantes na escolha dos grupos. Vai ser uma boa surpresa pra todo mundo." 
Além disso, esta edição traz uma notícia excelente para os espiões de plantão: a casa agora tem 65 câmeras, 10 a mais que na última edição - algumas com visão noturna para flagrar os participantes em todas as situações. Os BBBs podem ainda ser ouvidos por meio de 75 microfones. E vigiados todos os dias no programa apresentado, desde a sua primeira edição, pelo jornalista Pedro Bial.
Confira cada um deles no link: Novos BBs
Fonte: MSN