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terça-feira, 30 de agosto de 2011

ECONOMIA: 9ª Campanha Xô Inadimplência facilita quitação de débitos


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Desde o início de agosto, a ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), através do SCPC | Recuperação, está desenvolvendo a 9ª Campanha Xô Inadimplência, que facilita a negociação de débitos dos consumidores inadimplentes
Segundo o presidente da ACISC, Alfredo Maffei Neto, a iniciativa ocorrerá até o final de dezembro, sendo que durante todo esse período serão intensificadas as ações do setor de cobrança, denominado SCPC | Recuperação. "Os acordos utilizam sempre um método simples e muito eficaz, que verifica com o consumidor e o lojista a melhor maneira de quitar o débito", diz.

Neto explica que os consumidores que participam da campanha não pagam juros nos pagamentos à vista, apenas uma pequena taxa para ressarcir as despesas do procedimento. "Quando há parcelamento dos débitos, a referida empresa é que pré estabelece os juros que quer aplicar, obviamente de acordo com o Código de Defesa do Consumidor", encerra Neto.

O coordenador do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), Vicente Real Júnior, salienta que os comerciantes cadastrados na Campanha Xô Inadimplência também desfrutam de outras vantagens, porque usufruem de um serviço altamente informatizado, conectado à RENIC (Rede Nacional de Informações Comerciais). "Esses profissionais têm acesso aos dados sobre recebimento de débitos e podem acompanhar, via internet, as negociações dos valores definidos com os clientes", conclui o diretor do SCPC.

O SCPC | Recuperação fica na Unidade ACISC do Mercado Municipal (Box 2). Telefones: (16) 3501 5444 e 3501 5252.

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

ECONOMIA: Eike Batista diz que será o bilionário número 1 do mundo

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O empresário Eike Batista disse que pretende ser o homem mais rico do mundo. A afirmação foi feita em entrevista na conferência anual do Milken Institute's, centro de estudos sediado na Califórnia, nos Estados Unidos
"Preciso competir com o sr. Slim [o mexicano Carlos Slim, que lidera o ranking de bilionários da revista 'Forbes']", disse o brasileiro. "Não sei se vou ultrapassá-lo pela direita ou pela esquerda, mas vou passá-lo", completou.

Na última edição do ranking da "Forbes", Eike foi classificado como o oitavo mais rico do mundo, a mesma classificação que havia obtido em 2010. A fortuna do empresário é estimada em US$ 30 bilhões.
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ECONOMIA: Pobreza diminuiu 67% desde o Plano Real

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Estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra que a última década obteve expressiva queda na pobreza, 
com aumento nos ganhos dos mais pobres. No Nordeste, a renda aumentou 41,80%
por Euclides Bitelo
O Brasil fez 25 anos em oito”. A afirmação é do professor e pesquisador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (CPS-FGV), Marcelo Neri, responsável pela pesquisa Desigualdade de Renda na Década. O estudo constatou que desde o lançamento do Plano Real, em fevereiro de 1994, houve uma diminuição de 67,93% nos níveis de pobreza do Brasil. No Nordeste, a média salarial dos mais pobres subiu de R$ 278.52 para R$ 394.94 de 2001 para 2009, um aumento de 41,80%. “Estes números foram possíveis pela combinação de crescimento econômico e de medidas sociais. O crescimento dos 50% mais pobres foi a níveis chineses, enquanto os 10% mais ricos ficaram quase que estagnados”, analisa Neri. 

Os números mostram que enquanto a renda dos mais pobres cresceu mais de 60%, os mais ricos cresceram apenas 10,3%, um aumento de 577% dos menos favorecidos em relação ao topo da pirâmide. “Estamos vivendo o menor nível de desigualdade em relação aos nossos níveis históricos. Porém, para os padrões internacionais, ainda são absurdamente altos. A boa notícia é que temos espaço para crescermos muito mais”, diz Neri.

Gênero, cor e lugaresSegundo Neri, os destaques no crescimento da renda se concentram exatamente naquelas camadas onde se estavam os menores salários: mulheres, negros e no Nordeste. O aumento dos ganhos por parte das mulheres foi de 38% contra 16% dos homens. Já os negros obtiveram um crescimento de 43% em seus salários, enquanto os brancos de 21%. Já os lugares considerados grandes concentradores de pobreza, como o Nordeste, a renda cresceu 42% contra 16% no Sudeste. O Estado mais pobre do país, Maranhão, obteve ganhos de 46% na renda dos mais pobres, enquanto São Paulo, o mais rico, os salários ganharam apenas 7,2%. 

Pobreza absolutaNo mesmo dia a ministra de Desenvolvimento e Combate à Fome, Tereza Campello, anunciou que o Brasil tem 16,27 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, o que representa 8,5% da população. Com estes números em mãos, o Governo lançara nas próximas semanas o programa “Brasil sem Miséria”. 

A região Nordeste concentra a maior parte dos extremamente pobres - 9,61 milhões de pessoas ou 59,1%. Destes, a maior parcela (56,4%) vive no campo, enquanto 43,6% estão em áreas urbanas. A região Sudeste tem 2,72 milhões de brasileiros em situação de miséria, seguido pelo Norte, com 2,65 milhões, pelo Sul (715,96 mil), e o Centro Oeste (557,44 mil). “Foi um grande período que vivemos nesta última década, onde 2/3 da pobreza encolheu. Porém agora teremos que enfrentar esta camada, que é mais difícil de atingir, que é a da pobreza absoluta”, alerta Neri.

Os programas sociais que beneficiam famílias pobres mas com renda superior a R$ 70 continuarão, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. “Continuaremos com as ações de transferência de renda. Mas quando você vê o grau de fragilidade para os que vivem abaixo dessa faixa, justifica que a gente tenha um olhar especial”, disse a Ministra. A pesquisa mostrou que 4,8 milhões têm renda igual a zero, e 11,43 milhões possuem renda de R$ 1 a R$ 70.
Fonte: O Povo online

Comentando A Notícia:
Pesquisa da FGV mostra diminuição da pobreza e das diferenças sociais no país. Porém os números da miséria ainda são altos, e merecem toda atenção por parte das autoridades. Ainda temos 16,27 milhões na extrema pobreza.
Luis Mario
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ECONOMIA: Brasil fechou com crescimento de 7,8% no PIB, afirma o BC

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A atividade econômica do País registrou uma alta acima da prevista pelo mercado financeiro (7,6%) ao crescer pelo sétimo mês consecutivo em dezembro de 2010 e acumular crescimento 7,8% no ano
A atividade econômica do País registrou uma alta acima da prevista pelo mercado financeiro (7,6%) ao crescer pelo sétimo mês consecutivo em dezembro de 2010 e acumular crescimento 7,8% no ano, segundo números divulgados pelo Banco Central no Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br). O indicador é uma prévia do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) que será divulgado em março deste ano e ajuda a autoridade monetária na definição da taxa básica de juros (Selic).

Para o professor da ESPM, José Eduardo Amato Balian, o crescimento confirma uma tendência de que, no ano passado, a economia teve um avanço forte. "Esse resultado só confirmou isso. As consequências desse crescimento são uma demanda forte que pressiona a inflação por meio dos preços das commodities, que remete uma inflação em alta e possivelmente um acréscimo na taxa de juros - Selic. Além disso, temos o aumento da renda, os gastos públicos também contribuiram para esses quase 8% de crescimento econômico", pondera.

Balian alega ainda que o crescimento é "fantástico", porém o País não consegue segurar esse avanço. "Um dos principais sinais (de defasagem entre o crescimento e a condição para crescer) está no setor de energia, os apagões recentes mostram que o País está no limite, precisa de gerenciamento, isso por que não estamos no período de secas, quando essas vierem irá piorar tudo. Precisamos crescer, sim, mas precisamos de infraestrutura para isso", frisa.

Segundo dados do Banco Central, em 2010 o IBC-Br, somou 138,68 pontos, pela média, contra 128,64 pontos em 2009. 

Na evolução mensal do indicador, considerando a série com ajuste sazonal, é possível perceber uma estabilidade nos 12 meses de 2010. O ano passado começou com 135,62 pontos, permaneceu na casa dos 138 pontos entre maio e agosto de 2010 e encerro ou ano com 140,60 pontos no último mês.

Frente a novembro, o resultado de dezembro de 2010 apresentou alta de 0,7%. Na comparação com o mesmo mês de 2009, a alta foi de 4,07% no período.

De acordo com o BC, sem o ajuste sazonal, o IBC-Br caiu 1,96% em dezembro, ante novembro, fechando em 137,43 pontos. E frente a dezembro de 2009, quando o resultado foi de 132,52 pontos, a análise apontou uma alta de 3,71%.

No acumulado do ano (janeiro-dezembro) sem os dados ajustados, o crescimento da economia foi de 7,78%.

A projeção do docente para 2011 é de metade do crescimento de 2010, entre 4% e 4,5%. "Essa projeção é péssima, pois temos potencial interno e o resto do mundo quase inteiro está em baixa ainda, mas não temos condições de crescermos mais. A pior questão é a perda de credibilidade para o mercado financeiro brasileiro, por meio de desconfianças no setor econômico", diz.

Mês a mês

Analisados mês a mês, o IBC-Br apontou que houve uma desaceleração do ritmo de crescimento ao longo de 2010, mesmo com os dados quase estáveis. No acumulado de janeiro a novembro deste ano, dados do BC revelam que o crescimento da economia brasileira ficou em 8,17% contra igual período do ano passado.

No acumulado de janeiro a outubro, a taxa de expansão estava em 8,48% sobre o mesmo período de 2009. Até setembro, a expansão somava 8,84%, contra 9,65% até julho e 10,29% nos cinco primeiros meses deste ano (até maio). De janeiro a abril, a expansão somava 10,5%.

Com o foco apenas para os dados do último trimestre de 2010, o IBC-Br mostra que houve um crescimento, na média, de 1,02% ante o terceiro trimestre do mesmo ano. Isto evidencia uma aceleração na margem em comparação com o ritmo apresentado nos três meses anteriores, quando o crescimento sobre o segundo trimestre foi de apenas 0,3%.

Na comparação do último trimestre de 2010 com o quarto trimestre de 2009, o IBC-Br apresentou, na média, alta de 5%, taxa abaixo do resultado do ano, mas que ainda mostra um ritmo de crescimento econômico significativo para o País.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia dito que a inflação de alimentos já dá sinais de desaceleração desde o quarto trimestre de 2010.

"Vemos hoje que o País está desacelerando, com o crédito diminuído, o corte de gastos e a Selic em alta. Esperávamos uma taxa de juros de 2% a mais do que 2010, ou seja, faltam mais 1,25%. Contudo, com as medidas atuais podemos ter uma alta menor este ano", conclui Balian.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

ECONOMIA: Real forte é uma realidade que veio para ficar

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Desenvolvimento econômico traz um novo cenário, em que as manobras cambiais para conter a queda do dólar são custosas e ineficientes. Só as reformas tornarão a produção do país mais competitiva
O real é candidato a se tornar umas das moedas globais, 
diz economista americano
O Banco Central não tem poupado esforços para conter a apreciação do real em relação ao dólar. Só no governo Dilma, foram anunciadas três medidas consecutivas no mercado de câmbio. O mercado, contudo, já espera que o órgão anuncie nesta quarta-feira uma medida que vai na contramão destas intervenções. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC deve elevar a taxa básica de juros, atualmente em 10,75% ao ano, para combater a escalada de preços. A principal aposta é que a alta será de 0,5 ponto percentual. Com investidores externos com o ‘bolso’ cheio de dinheiro e à procura de locais para aplicar – tendo em vista que os países desenvolvidos, como os Estados Unidos e os europeus, encontram-se com juros perto de zero e dificuldades para crescer –, o Brasil é candidatíssimo a continuar recebendo fluxos expressivos de dólares; ainda mais após um aumento dos juros. Diante deste quadro, a avaliação dos economistas ouvidos pelo site de VEJA é que não há remédio: o país precisa se acostumar ao real forte. A saída não é focar o combate à valorização da moeda, mas, sim, fazer as reformas necessárias para que o setor produtivo nacional – que luta para se impor ante importações crescentes e ganhar mercado no exterior – ganhe competitividade.

Cristiano Souza, economista do Banco Santander, avalia que é natural a apreciação do real na medida em que o país se torna mais confiável e produtivo. “O câmbio é uma resposta às condições econômicas. Países que se desenvolvem tendem a ter apreciação da moeda porque começa a existir mais demanda pelos ativos nacionais. Vamos ter que conviver com câmbio mais valorizado no longo prazo”, conforma-se. “A indústria reclama da taxa de câmbio, mas o problema não é a moeda, é a competitividade”, completa. Para o analista, as soluções para tornar o setor produtivo nacional mais competitivo incluem redução de carga tributária, além de pesados investimentos em infraestrutura e educação.

Movimento internacional – O professor de Economia e Ciência Política de Berkeley (Universidade da Califórnia), Barry Eichengreen, alerta para mudanças expressivas que ocorrerão no sistema monetário internacional nos próximos dez anos. Em seu novo livro “Exorbitant Privilege: The Rise and Fall of the Dollar and the Future of the International Monetary System”, ele prevê que o dólar deixará de ser a moeda dominante nas transações internacionais, cedendo parte de seu espaço a outras divisas. Deverão ganhar maior participação o yuan e o euro.

Einchengreeen explica que o movimento é reflexo do fato de os EUA não serem mais dominantes no PIB global, nem em produção industrial, nem em exportação. A ‘queda’ da moeda americana tem sido, inclusive, acelerada pelo próprio processo de desvalorização ‘forçada’, engendrado pelo governo Obama, que usa injeções de dólares na economia para reativá-la. O problema é que, quando isso acontece, nem todos os dólares vão para o aquecimento da economia. Grande parte desse volume de moeda vai para investimentos em outros países - no Brasil, esse é mais uma pressão de queda para a moeda norte-americana no mercado interno.

O analista do Santander também avalia que o reequilíbrio das moedas globais espelha uma nova configuração de forças da economia internacional. Neste sentido, Einchengreeen vê que a rúpia indiana e o real brasileiro terão papel de destaque.

Contribuição do setor público – Na opinião de Maristella Ansanelli, economista-chefe do Banco Fibra, há um ajuste de médio e longo prazo que pode ajudar a amenizar esta inevitável valorização do real: a contenção das despesas públicas. A redução da gastança do governo contribuiria para o controle da demanda doméstica, o que poderia aliviar a alta dos preços e permitir com que o Brasil trabalhasse com taxas de juros menores – já que este é o instrumento principal de combate à inflação. Com juros mais baixos, a entrada de capital estrangeiro tenderia a perder força e, logo, contribuiria menos para a queda do dólar. Além disso, juros menores estimulariam o investimento de longo prazo, tão necessário para destravar os gargalos de infraestrutura e ampliar a competitividade brasileira.

A despeito do compromisso do governo Dilma de contingenciar o orçamento de 2011, para que o corte de gastos seja efetivo no longo prazo, ele precisa ser estrutural e duradouro. Na visão de Maristella, é preciso realizar reformas abrangentes para conter o gasto público. “Só um ajuste fiscal de fato, com reformas previdenciária e tributária, vai fazer com que a gente seja mais competitivo no longo prazo e permitir crescimento maior que 4,5% ao ano sem gerar inflação”, explica.
Fonte: Veja.com

ECONOMIA: Dólar comercial opera em baixa

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Dólar comercial opera em baixa com mercado à espera da decisão do Copom
O dólar comercial opera nesta quarta-feira (19) em queda de 0,48%, cotado a R$ 1,6700 na venda, com o mercado à espera da decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) sobre a taxa Selic.

No cenário interno, pesam ainda as expectativas em torno de novas medidas por parte do Governo para conter a desvalorização do dólar frente ao real. Já na cena externa, alguns indicadores devem ser avaliados pelos investidores, além da continuação da temporada de resultados corporativos, com a divulgação nesta data de dois importantes bancos norte-americanos: o Goldman Sachs e o Wells Fargo.

Aumento dos juros e impacto no câmbio
Com os analistas do mercado dando como certo um aperto monetário na reunião do Copom que termina nesta quarta-feira, a perspectiva para o mercado de câmbio indica tendências opostas.

Segundo Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora, por um lado, “o início do ciclo de aperto monetário pode reforçar a tendência de apreciação do real, uma vez que a diferença entre os juros no exterior e no Brasil vai aumentar novamente”.

Entretanto, no sentido oposto, a analista afirma que “o recuo do dólar no mercado doméstico segue limitado pela expectativa de mais medidas por parte do governo e de novas intervenções mais agressivas no mercado de câmbio”.

Mercado imobiliário nos EUA
Nos EUA, a agenda de indicadores marca o anúncio de dois dados sobre o mercado imobiliário. Às 11h30, o Departamento de Comércio publica o Housing Starts e o Building Permits, com o cálculo de número de casas que começaram a ser construídas e do número de autorizações para novas construções de imóveis, respectivamente.

Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) é bastante volátil no início dos negócios. Há pouco, o Ibovespa, índice de referência no mercado brasileiro, recuava 0,13%, aos 70.827 pontos. O giro financeiro é de R$ 384 milhões.

No mercado futuro de câmbio, os contratos de fevereiro negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) declinavam 0,32%, a R$ 1,674.

Entre os ativos de maior peso no Ibovespa, Vale PNA subia 0,20%, para R$ 53,52; Petrobras PN avançava 0,18%, a R$ 27,77; OGX Petróleo ON tinha alta de 0,75%, a R$ 20,02; Itaú Unibanco PN verificava ganho de 0,12%, a R$ 38,60; e BMFBovespa ON se apreciava em 0,32%, a R$ 12,26.

DIs mais líquidos sobem na BM&F

Os contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) mais líquidos registravam leve alta, no início dos negócios na BM&F. O contrato mais negociado no momento é o de vencimento em janeiro de 2012, que estava a 12,43%, alta de 0,01 ponto ante o fechamento do pregão desta terça-feira. O contrato com vencimento em janeiro de 2013 também subia 0,01 ponto, a uma taxa de 12,75%.

Inflação diminui na China
Informações extra-oficiais indicando que a inflação ao consumidor na China teria diminuído de 5,1% para 4,6% ao ano em dezembro ajudaram a reduzir os temores do mercado. Os investidores temem que o aperto monetário chinês provoque uma desaceleração da economia. Sobre isso, foram divulgadas também informações indicando que a economia chinesa teria crescido 10,3% em 2010, ante projeções de 10,1%.

As informações foram divulgadas pela rede de televisão Hong Kong Phoenix Television. Os dados oficiais sobre a inflação devem ser divulgados na próxima quinta-feira.