terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

MEIO AMBIENTE: Projeto de reciclagem de óleo chega a Petrópolis

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Este Post tem apoio cultural do Empório Animale
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Nos próximos meses, o Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal (Prove) — que foi implantado há três anos no Rio pela Secretaria estadual de Meio Ambiente — chega a Petrópolis
O projeto estimula a reciclagem do óleo de cozinha para a produção de sabão e biodiesel. Com o papel de intermediar a relação de indústria e residências, uma cooperativa de catadores fará o trabalho de recolher o óleo nas casas, armazená-lo e vender para as fábricas.


— A indústria do sabão está pagando em média R$ 1 por litro. No Rio, já temos 40 cooperativas que faturam só com o óleo cerca de R$ 100 mil. É uma forma de transformar aquele óleo usado e poluente em renda — diz o secretário de Meio Ambiente, Carlos Minc — O projeto chega em um bom momento à Serra, é preciso reconstruir pensando no meio ambiente.

Superintendente do Prove em Petrópolis, o vereador Albano Filho (PSB) diz que $negociações para implantar o projeto estão sendo encaminhadas rapidamente.

— Vamos fazer parcerias com quem tem trabalhos nesse âmbito para agilizar a implantação — diz o vereador.

Informalmente, catadores de lixo reciclável já mudaram os hábitos de alguns petropolitanos. É o caso da artista plástica Carolina Montenegro. A partir do contato com alguns catadores, ela passou a separar materiais recicláveis e orgânicos:

— Cada material tem um tipo de transporte. A pedidos, em vez de separar por material, coloco tudo em um saco para que possam carregar. E separo o lixo orgânico — diz.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

CARNAVAL 2011: Ensaio técnico da Porto da Pedra


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Este Post tem apoio cultural da Sandy Hair
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No ensaio deste sábado, a agremiação aproveitou o bom samba-enredo, além da noite inspirada da dupla Luizinho Andanças e do mestre Thiago Diogo para cantar de maneira muito feliz a obra de Maria Clara Machado, enredo de 2011 do Tigre
- Vamos mostrar as obras da Maria Clara durante o desfile. Será um carnaval bem colorido, então sempre esperamos muita animação. A escola está feliz com o enredo e o samba está encaixado com a bateria e com o intérprete - disse o carnavalesco Paulo Menezes.

A evolução e harmonia trabalharam bem e tiveram pouco o que fazer durante o ensaio. Um dos pequenos problemas foi o número menor de componentes que a Porto da Pedra levou em relação às outras escolas. Pouco menos de duas mil. Quando a bateria saiu do primeiro recuo, a comissão de frente ainda se apresentava na terceira cabine de jurados. Além disso, a ala à frente da bateria avançou e deixou um espaço grande na pista.

Entre as alas, muita descontração e a maioria dos componentes sabia o samba-enredo. A animação mais contida no primeiro ensaio foi deixada de lado. O que ficou muito claro em uma das alas coreografadas. Mesmo com a complicada coreografia utilizando guarda-chuva, os componentes cantaram com o samba com determinação.

- O ensaio de hoje me deixou emocionado. Eu não tenho nem palavras para explicar o que estou sentindo. Hoje foi tudo 100%. O Luizinho Andanças foi perfeito, a bateria arrebentou, a evolução foi tranquila e sem problemas e o canto dos componentes foi demais. Nem o sapato que desprendeu da porta-bandeira atrapalhou pois a coreografia que eles apresentaram não era a original. Se tivéssemos que desfilar amanhã estaríamos prontos para sermos campeões do carnaval - contou Amaury Oliveira, diretor da Porto da Pedra.

A bateria de mestre Thiago Diogo repetiu o bom desempenho dos últimos ensaios. Os ritmistas da escola conseguiram em pouco tempo colocar a bateria no hall das melhores do carnaval. A trajetória rápida também foi discreta. Thiago Diogo aparece pouco, dispensa holofotes e apenas faz seu trabalho. A recompensa aparece nos ensaios e no dia do desfile. Logo nas primeiras passadas do samba, os ritmistas começaram a mostrar a variação de bossas e paradinhas que estão sendo preparadas para o desfile oficial. A sintonia com o intérprete Luzinho Andanças também é evidente. O cantor preferiu desfilar no chão a cantar em cima do carro de som. Quando a bateria chegou ao segundo recuo, Luizinho cumprimentou o mestre e por muitas vezes reverenciou a bateria. Com um timbre de voz impressionante e peculiar, Luizinho está cantando de maneira muita segura e regular.

- A bateria vem ensaiando desde abril com 280 componentes, agora estamos com 320, para selecionarmos os melhores e recuperarmos os três décimos que perdemos no ano passado. Vamos trazer um efeito especial nunca visto no Sambódromo. A rainha está entrosada com a bateria e completou o que faltava. O andamento hoje foi perfeito e temos quatro paradinhas ensaiadas. Costumo dizer que elas são preparadas para início, meio e fim. Se eu faço uma paradinha na cabeça do samba, com certeza farei no final. Isso ajuda muito, tanto para levantar o ritmista quando o ritmo cai, como para dar uma segurada quando eles querem acelerar o andamento - afirmou mestre Thiago Diogo.

Já o casal de mestre-sala e porta-bandeira Diego e Denadir precisou se superar no ensaio deste sábado. Durante a apresentação na primeira cabine de jurados em frente ao setor 3, o sapato de Denadir acabou saindo e ela dançou com apenas um calçado. Quase no fim, ela tirou o outro sapato que foi chutado de maneira discreta pelo mestre-sala. Os dois se saíram bem e foram aplaudidos pelo público. Mas é claro que isso no dia oficial teria consequências graves no julgamento da dança.

- O que apresentamos hoje não foi a coreografia oficial, mas apresentamos alguma coisa em respeito ao público. A porta-bandeira tem que se garantir e a minha se garantiu - explicou o mestre-sala sobre o momento que Denadir perdeu o sapato no meio da exibição. Ela completou: - O sapato desprendeu porque meu pé estava suado. Isso mostra que pode acontecer de tudo na Avenida, só não posso perder o ritmo. E não perdi.

A comissão de frente não levou a coreografia principal. Diferentemente do primeiro ensaio, o grupo preferiu realizar a coreografia sem nenhum adereço nas mãos. Sob o comando da coreógrafa Alice Arja, os dançarinos fizeram referência à peça infantil "O Cavalinho Azul".

A Porto da Pedra encerrou seu segundo ensaio na Marquês de Sapucaí de maneira tranquila, sem correria. A escola agora volta ao Sambódromo na Segunda-feira de Carnaval. O Tigre será a 5° agremiação e desfila entre a Grande Rio e a Beija-Flor. Um "baita" teste para a escola. Mas se a Porto da Pedra quer se ver grande, nada mal para começar.
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CIDADANIA: Choque de Ordem prende 26 mijões durante o desfile dos blocos pré-carnavalescos neste sábado

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Até o momento, a operação Choque de Ordem realizada neste sábado por agentes da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop), com apoio de guardas municipais, durante o desfile pré-carnavalesco dos blocos de rua do Carnaval 2011, prendeu 26 mijões que urinavam na rua
Todos os detidos foram levados para a 14ª DP (Leblon). Durante a fiscalização, 77 veículos foram rebocados e 211 multados por estacionamento irregular.

Agentes de Controle Urbano da Seop apreenderam com ambulantes não autorizados: 600 latas de cerveja, 380 de refrigerante, 250 garrafas de água, 15 isopores, 10 carrinhos para transportar mercadoria e 200 adereços (prendedor de cabelo, bijuterias, entre outros). A Coordenação de Controle Urbano também auxiliou nas estruturas dos blocos de rua retirando os ambulantes da frente dos mesmos e da área de concentração para que o desfile ocorresse com mais tranquilidade e fluidez. 

- Este ano a Prefeitura disponibilizou o triplo de banheiros químicos se comparado ao Carnaval passado. A desculpa de que faltam banheiros não cola mais. Praças, jardins e a porta das residências.
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VIDA MODERNA: Governo paulista vai criar desmontadora de veículos

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O governo do Estado de São Paulo pretende criar uma ‘desmontadora'' de veículos e conta, para isso, com apoio das fabricantes
O plano foi divulgado ontem pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos, durante evento na fábrica da Volkswagen em Taubaté.

Afif explicou que a ‘desmontadora'' significa criar espaços para a reciclagem dos veículos apreendidos e que ficam parados nos pátios do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) paulista. "Em uma primeira etapa precisamos resolver problema de pátio, são mais de 100 mil veículos atualmente em condições precárias", disse.

Depois, a iniciativa da reciclagem de automóveis apreendidos com dívidas muito elevadas e que não são procurados pelos proprietários pode virar um negócio, com a concessão da atividade para a iniciativa privada - por exemplo, usinas de aço.

Com esse objetivo, Afif Domingos contou que a intenção do governador Geraldo Alckmin é tirar o Detran do guarda-chuva da Polícia Civil e da Secretária de Segurança Pública e torná-lo autarquia estadual.

Depois disso, haverá um primeiro posto experimental de reciclagem na cidade de São Paulo - que foi escolhida para iniciar a experiência por já ter programa de inspeção veicular.

Para o presidente da Volkswagen, Thomas Schmall, a ideia é bem-vinda, já que a retirada de carros velhos de circulação pode ajudar o mercado de veículos novos.

A montadora fez ontem o lançamento da pedra fundamental da área de pintura da fábrica da montadora em Taubaté (SP).

A nova área, que vai substituir a atual, receberá investimento de R$ 300 milhões e permitirá elevar a capacidade produtiva de 1.050 para 1.300 veículos por dia, com a utilização plena das instalações. O valor faz parte do plano de aportar R$ 6,2 bilhões de 2010 até 2014 no Brasil.

As fundações da instalação (65 mil m²) foram iniciadas em janeiro e o começo das operações está previsto para dezembro de 2012. A fábrica, que completa 35 anos de existência, produz atualmente os modelos Novo Gol e Novo Voyage.

Com o investimento, a empresa resolve mais um gargalo importante para que continue renovando o portfólio de produtos e crescendo no País.

Em dezembro, a Volkswagen havia inaugurado ala de pintura na fábrica Anchieta, em São Bernardo, que possibilitou a elevação da capacidade produtiva de 1.300 carros por dia para 1.600 diariamente no Grande ABC.

Presidente da Volks estima alta de 6% no setor

Thomas Schmall está confiante no crescimento do mercado automotivo brasileiro neste ano. Ele estima expansão de 4% a 6% frente a 2010. Para o executivo, a queda de 35% nas vendas de carros novos em janeiro em relação a dezembro, contabilizada pelo segmento nacional, tem de ser relativizada. "Janeiro é sempre inferior a dezembro. É preciso ver que foi maior do que janeiro do ano passado."

Ele estima ainda que a produção da Volks deve crescer 5% a 6% neste ano. No ano passado, foram 823 mil unidades fabricadas, das quais 150 mil foram exportadas. Em relação ao mercado externo, Schmall vê dificuldades para a expansão das vendas, por conta do sobrevalorização cambial (ou seja, o dólar em queda frente ao real).

Por sua vez, o executivo salientou que, embora não seja o objetivo da empresa, pode haver aumento da importação de peças, nesse cenário de câmbio vantajoso para o item adquirido do Exterior, para manter a competitividade.

Schmall reforçou que um dos focos da empresa será no futuro carros no segmento abaixo do Gol (ou seja, com preço menor que esse modelo, cujo valor inicial é de cerca de R$ 26 mil), para explorar nicho de mercado que hoje tem 7% das vendas de veículos no País e que deve chegar a 14% em quatro a cinco anos.

A ideia é aproveitar ascensão da classe C, que cada vez tem mais condições de acesso à compra de automóveis. Ele cita que o interesse também é disputar com montadoras estrangeiras (como as chinesas), que têm entrado com força nesse segmento. LF



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TRABALHO: Comitê vai fortalecer setor de catadores de materiais recicláveis no País

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Este Post tem apoio cultural da Bella Bibi
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Está criado o Comitê Interministerial de Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Materiais Recicláveis, em nível federal
O objetivo é fortalecer o trabalho dos catadores que, além de desempenharem uma atividade social e ambiental, movimentam anualmente R 8,5 bilhões no País. A coordenação é dos ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e conta com a participação de representantes de 16 ministérios e nove instituições federais.

Com a orientação do Comitê, a intenção é também reduzir os custos dos serviços de limpeza urbana das prefeituras. Conforme publicado pela Agência Brasil, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, afirmou que todos os municípios do país “precisam se engajar na preocupação social e econômica de reciclar materiais”. Segundo ela, o fortalecimento do trabalho dos catadores “pode ajudar muito na erradicação da pobreza até 2014, meta da presidenta Dilma Rousseff”.

Atualmente, os catadores trabalham até 16 horas por dia e os mais organizados somam 800 mil em todo o país. Entre as maiores deficiências deste setor, está a exploração das indústrias de reciclagem, sob a alegação de que a maioria dos catadores não consegue ganhar nem um salário mínimo no fim do mês. Segundo Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, apenas 10% dos recursos movimentados pelo setor de reciclagem ficam com os catadores.

Outro dado importante apresentado pela entidade é que 60% da categoria ainda trabalham em cima dos lixões, que são dominados pelas empresas de ferro-velho e ainda por cima contam com a presença do tráfico de drogas.

Espírito Santo

No Estado, a mobilização para fortalecer este setor ainda é pequena. O município de Vila Velha chegou a anunciar em 2010 a implantação de ecopontos de triagem e separação do lixo transportados por carroceiros da cidade, na tentativa de remediar a sobrecarga do aterro sanitário do município.

Segundo texto publicado no site da prefeitura de Vila Velha, a intenção é separar o lixo e doar os materiais para entidades que trabalham com a reciclagem no município. O cadastramento de carroceiros também foi cogitado, mas, até o início deste ano, nada mais foi dito a respeito.

Outra proposta feita em meados de 2010 foi a construção de uma usina de beneficiamento dos resíduos sólidos gerados pela construção civil. A ideia é que os resíduos sólidos sejam reaproveitados pelo próprio setor na fabricação de novos materiais, como tijolos e paralelepípedos.

Para os especialistas, a tentativa é válida e, se efetivada, deverá melhorar o sistema de destinação de lixo no município. Mas, para isso, será preciso criar legislação específica, para que a destinação do lixo seja feita de forma adequada para empresas e também residências.

Em Vitória, a situação também não é diferente. Um diagnóstico das regiões e seus projetos de reciclagem e compostagem chegou a ser apresentado no último ano, na presença do Ministério Público Estadual (MPES) e dos membros de associações de catadores e representantes da sociedade civil organizada.

A informação é que um documento chamado “Carta de Vitória – Lixo e Cidadania” - foi assinado pelos interessados, afirmando o compromisso de manejo de resíduos sólidos, coleta seletiva, formação e capacitação dos catadores de materiais recicláveis e ampliação dos recursos públicos, entre outras deliberações. Entretanto, as iniciativas ainda não chegaram ao conhecimento da sociedade e até o momento não foram implantadas as medidas para implantar a coleta seletiva no município.

A falta de coleta seletiva, segundo especialistas, é tida como um dos maiores entraves à solução do problema de lixo no Espírito Santo. Sem a coleta, fica sem base o processo de reciclagem, o que gera a sobrecarga dos aterros sanitários existentes.

No Estado, os catadores reclamam das condições de trabalho, da falta de locais para a coleta de materiais separados e da falta de empresas para receber o material a ser reciclado.

Sem isso, alertam os catadores, o ciclo não se completa e boa parte do lixo vai parar nos lixões. Falta também organização do setor no Estado. A minoria dos catadores de lixo é organizada, muitos são ligados a ferro velho ou sucateiros e há, ainda, autônomos, que possuem seu próprio carrinho para catar o lixo e vender para quem lhes oferecer mais dinheiro.
Portanto, além de cadastrar catadores, é necessário também cadastrar as gaiolas (caminhões que exercem a mesma função) e os serviços terceirizados, que catam os lixos em bairros com coleta seletiva.

Todo o processo de coleta, ressaltam os ambientalistas, movimenta não só os catadores, mas transporte e indústrias, que não geram riqueza para o Estado, exatamente por não terem uma estrutura sólida para tal função. Para eles, organizar esta cadeia é automaticamente beneficiar os catadores, formando cooperativas, efetuar estudos para novos investimentos na área, beneficiar as pequenas empresas capixabas, gerar empregos, profissionalizar a categoria, além de dinamizar a economia de lixo reciclável local.

Para cada tonelada de papel reciclado, evita-se a derrubada de 16 a 30 árvores adultas, em média. A cada cem toneladas de plástico reciclado, é dispensada a extração de uma tonelada de petróleo e a economia gira em torno de 90% de energia. Com 10% de vidro reciclado, a economia de energia é de 4% e há uma redução de 10% no consumo de água.

Na Grande Vitória, existem apenas três organizações na área de lixo seco, ou reciclável. São elas Associação dos Catadores de Material Reciclável de Vitória (Ascamares), Associação dos Catadores de Material Reciclável de Vila Velha (Ascavive) e Recuper-lixo, situada no município da Serra. Dos 627 catadores de lixo registrados, apenas 49 estão associados a uma destas organizações.
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VIDA MODERNA: Minibairros viram tendência agora para o público popular

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Este Post tem Apoio Cultural do Konomi Ai
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Empreendimento com conceito fechado terá 16 mil apartamentos perto do Comperj
Os primeiros empreendimentos deste porte surgiram há cerca de 30 anos. O condomínio pioneiro foi o Nova Ipanema, aquele quase em frente ao New York Center na Barra.

De lá para cá, surgiram muitos outros. Como o Rio 2, em frente ao Autódromo de Jacarepaguá – 25 prédios e população estimada em 10 mil habitantes -, que incentivou o mercado imobiliário na área de Jacarepaguá.

Porém, a grande novidades dos últimos anos foi o surgimento do Península, com seus vários condomínios de prédios, jardins planejados e infra-estrutura de dar inveja a muito bairro.

AGORA:
A Fator Realty construirá 16 mil apartamentos em Maricá pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’, seguindo a ideia. O minibairro reunirá moradia, lazer e trabalho. 

Segundo o presidente da construtora, Paulo Fabbriani, os apartamentos custarão a partir de R$ 105 mil e são voltados a famílias com renda de três a 10 salários mínimos. “Será um ‘Minha Casa’ com jeito de empreendimento da Barra”, explica. O projeto incluirá polo comercial, o Maricá Plaza Shopping, centro empresarial e clínica ou pequeno hospital.

“Esse conceito vai colaborar com a visão contemporânea de desenvolvimento das cidades. Os moradores terão espaço para a qualidade de vida, já que não ficarão horas dentro de um ônibus para chegar ao trabalho”, diz.

O empreendimento fica próximo do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), em Itaboraí. O lançamento está previsto para o fim de março e, no local, haverá apartamento decorado. 

Valorização da região:
De acordo com o diretor da Basimóvel, Mario Amorim, a iniciativa é positiva porque contribui para fixar as pessoas na região. “Além de dar mais fôlego ao local que vai abrigar o empreendimento”, analisa. Ele lembra também do conceito de condomínio clube que reúne moradia, lazer e segurança, com baixo custo de manutenção condominial.

Novo projeto terá vista para o mar:
- O condomínio Vida Nova Maricá terá vista para o mar, adianta o presidente da Fator Realty, Paulo Fabbriani. O minibairro será construído no KM 13 da RJ 106 e ficará situado a 18 quilômetros do pedágio da Ponte Rio-Niterói. 

- As unidades terão um, dois e três quartos e até apartamentos tipo casa, no térreo. A construção será de alvenaria convencional. Nos cômodos, haverá preparação para receber ar-condicionado modelo split e previsão para instalação de hidrômetros individuais. A área de lazer terá piscina, salão de festas e quadra poliesportiva. 

- Os interessados terão os benefícios do programa habitacional: juros mais acessíveis, até 30 anos para pagar e subsídio (desconto) de até R$ 23 mil para quem recebe até R$ 2.790, além do seguro-desemprego.