Mostrando postagens com marcador Segurança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Segurança. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de março de 2011

SEGURANÇA: Operação do Bope deixa cinco mortos

________________________________________________________________________
Este Post tem Apoio Cultural da Pizzeria Bugatti 
DELIVERY (21) 3419-3000 - PIZZERIA (21) 2491-6369
________________________________________________________________________
Armas e drogas foram apreendidas; um policial ficou ferido durante a ação
Cinco homens, apontados como traficantes de entorpecentes, morreram em confronto com policiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) no final da manhã desta terça-feira (1), na favela do Jacarezinho, zona norte do Rio de Janeiro.

Durante a operação, um policial do Bope foi atingido por estilhaços na perna, mas sem gravidade. A sua identidade ainda não foi divulgada.

A operação conta com cerca de 150 agentes e começou por volta das 6h da manhã de hoje. Até agora, uma quantidade ainda não contabilizada de cocaína, maconha e crack foi apreendida. Armas também foram encontradas. Barricadas de concreto foram retiradas pelos policiais com a ajuda de uma retroescavadeira. Na operação, os agentes contam com a ajuda de dois blindados, do modelo "Caveirão".

A PM ainda não confirma, mas a operação teria como intuito a implantação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no local.
Compartilhe e espalhe por aí:

domingo, 13 de fevereiro de 2011

SEGURANÇA: Maus policiais viram no Alemão a ‘Serra Pelada’

___________________________________________________________________________________
Este Post tem apoio cultural do Nagai Culinária japonesa
___________________________________________________________________________________
De acordo com a investigação da Polícia Federal, agentes promoveram verdadeiro saque nas favelas do complexo em busca de armas, drogas, munição e outros bens

O Complexo do Alemão, após traficantes serem expulsos no fim do ano passado pelas forças de segurança, virou a menina dos olhos dos maus policiais. Segundo a investigação da PF, o ‘espólio de guerra’ — armas, munição, drogas e objetos apreendidos da quadrilha que dominava o conjunto de favelas — virou alvo de cobiça. O material apreendido seria revendido pelos policiais a traficantes de outras comunidades. A região chegou a ser apelidada por um agente de Serra Pelada, região do Estado do Pará famosa pela corrida ao ouro nos anos 80.

Escutas da PF flagraram ainda conversa entre o inspetor da Polícia Civil Leonardo da Silva Torres, o Torres Trovão, com um homem, identificado apenas como Luizão, de que haveria R$ 2 milhões no Alemão. Na conversa, ainda de acordo com a PF, eles falam que foram orientados por um delegado a só retirar o dinheiro do local à noite.

A Operação Guilhotina foi desencadeada a partir do inquérito 21/2010 da Delegacia de Armas (Delearm) da Polícia Federal, instaurado com o objetivo de descobrir supostas relações promíscuas entre policiais civis e militares e traficantes, envolvendo vendas de armas e drogas, além de extorsões. Cada pistola 9 milímetros teria sido vendida por R$ 7 mil. A partir disso, o trabalho se desenrolou em quatro, já que grupos diferentes passaram a ser investigados por diferentes práticas criminosas. Para facilitar a investigação, os grupos foram divididos em A, B, C e D.


De acordo com a Polícia Federal, do grupo apontado como o que “promoveu uma verdadeira devassa no Complexo do Alemão”, Ivan Jorge Evangelista de Araújo, ou o irmão Floriano Jorge Evangelista de Araújo, o Xexa, ambos PMs, teria cobrado propina a Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, morto no ano passado. O valor cobrado teria sido de R$ 20 mil para cada integrante da equipe.

Armamento apreendido ainda em operações no Morro do São Carlos, no Estácio, da Mangueira, e do Urubu, em Pilares — essa em 2005 — também teriam sido vendidos pelos agentes. 

Já outro grupo atuaria como segurança de máquinas caça níqueis e pagaria propinas a agentes corruptos. Enquanto um quarto é suspeito de negociar armas com traficantes e cobrar cerca de R$ 100 mil por mês para vazar informações de operações nas favelas da Rocinha e no São Carlos. Desse grupo faz parte Torres Trovão. As acusações sobre o agente são baseadas em escutas da PF na operação Paralelo sobre o tráfico em Macaé e no depoimento do informante Magno Carmo, preso ano passado durante investigação de tráfico na Rocinha. Ele está em presídio federal fora do Rio.

Pai miliciano, filhos também

Classificado no relatório da Polícia Federal como Grupo C, 21 pessoas, entre elas policiais civis e militares, são acusadas de envolvimento com a milícia que domina a Roquette Pinto e o Piscinão de Ramos. Esse grupo controla o comércio de gás, o fornecimento de água, transporte alternativo, TV a cabo, estacionamento, aluguel de campos de futebol e venda de casas das duas comunidades. 

O sargento reformado Ricardo Afonso é apontado como líder dos milicianos, sendo apoiado por seus filhos, Christiano e Giovanni Fernandes, e outros policiais. De acordo com o relatório, as acusações são baseadas em depoimentos de duas testemunhas, prestados ao Ministério Público e, depois, à PF.

Relatórios da Inteligência indicam que foram feitas “filmagens de algumas atividades delitivas da milícia, dentre 
as quais a cobrança extorsiva do estacionamento e a presença de funcionários milicianos vigiando a área da Passarela 11 da Avenida Brasil”. Três homens — Tico, Biliu e Paulinho — seriam os responsáveis pela milícia na favela.

‘Escavações’ atrás do ‘ouro’ dos traficantes

Investigações indicam que alguns policiais trataram a ocupação do Alemão como uma espécie de Serra Pelada, região do estado do Pará famosa pela corrida ao ouro nos anos 80. As escavações feitas por diversos policiais teriam sido relatadas pelo agente Stanlei Couto, da 22ªDP (Penha).

Outras gravações telefônicas, segundo o relatório, indicam que o sargento reformado Ricardo Afonso prometera 30% de tudo que fosse arrecadado ao informante Dilcimar Cunha Orofino, que auxiliaria nas buscas a armas e drogas dos criminosos, durante a invasão do Alemão.

Interceptações apontam que três PMs adidos à Delegacia de Combate às Drogas também planejavam lucrar com a ação.

“Se por acaso der uma sorte lá amanhã, ‘cumpade’, te dou uma vantagem aí, valeu, espoliozinho de guerra lá, eu te ajudo aí”, diz Ivan Evangelista, que foi preso juntamente com seu irmão Floriano. A Polícia Federal afirma no relatório que eles teriam furtado sete pares de tênis.

Um outro PM, Carlos Eduardo Nepomuceno, primo do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, também foi preso por ter tentado participar da ação no Alemão para ‘tentar a sorte’. 

Além de roupas, tênis e armas, aparelhos eletrônicos e até as motos apreendidos foram alvo do interesse dos policiais. 

Pagamento de propinas em fiscalizações a caça-níqueis

Formado por 14 pessoas — sendo oito PMs e dois policiais civis —, o grupo D, de acordo com as investigações, seria liderado pelo inspetor Helênio Dias Rodrigues. Segundo a PF, o bando era responsável pela segurança de casas de jogos e pagava propina a agentes que davam ‘batidas’ nos locais. 

Em duas delas, feitas dias 8 e 9 de janeiro por PMs, a PF interceptou ligação em que Helênio fala sobre propina de R$ 250 por semana a policiais. O valor seria pago às sextas-feiras. Segundo a PF, para disfarçar, eles chegaram a dizer que eram 250 quilos de picanha, mas em outro momento falaram abertamente sobre o valor.

Uma das casas para as quais o grupo trabalharia, em Botafogo, foi fechada pela Corregedoria da Polícia Civil. Na ocasião, o policial civil Marcelo Nakamura estava no local, mas alegou ser estudante e foi conduzido à delegacia como jogador.
Fonte: O dia on line

SEGURANÇA: Presa idosa que fazia parte de quadrilha de cartões clonados

Polícia Civil prendeu quatro integrantes de uma quadrilha de estelionatários, entre eles uma idosa de 71 anos, na Barra
O grupo utilizava cartões de crédito clonados e documentos falsos para fazer grandes compras em lojas, e depois revendia as mercadorias. Em dois meses, o grupo lucrou cerca de R$ 500 mil.

Eles foram presos comprando R$ 4 mil em materiais de construção. Por ser idosa e levantar menos suspeitas, Marly Barros, de 71 anos, era a responsável por entrar nas lojas e fazer as compras. 

A polícia trabalha agora para descobrir a fonte de falsificação dos cartões.

Na quinta-feira, outras duas mulheres da mesma quadrilha, tinham sido presas na Tijuca. Segundo o delegado-adjunto da delegacia do Leblon, Gustavo Valentini, ainda há outras pessoas aplicando o mesmo golpe e a intenção da polícia é prendê-las nos próximos dias.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

SEGURANÇA: Casa de traficante pode ser usada como sede de UPP do São Carlos

_____________________________________________________________________
Este Post tem apoio cultural do Churrasqueiro e Cia de Festa
______________________________________________________________________
Escolha de local deve sair até o fim da semana e precisa atender a critérios da PM
CCasa do traficante Foca tinha até banheira de hidromassagem, no São Carlos

A casa do traficante Sandro de Paula Amorim, conhecido como Foca, pode se tornar a sede de uma das três UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) a serem instaladas nos complexos de favelas do São Carlos e de Santa Teresa, na zona norte e região central do Rio, respectivamente.

O relações-públicas do Comando de Unidades de Polícia Pacificadora, tenente Lima Ramos, disse que a escolha das sedes das três UPPs precisa ser feita até o fim desta semana.

- Essa escolha vai ser feita por uma equipe técnica, que tem até o fim da semana para escolher as áreas para a construção das sedes ou imóveis. As casas que eram de traficantes podem ser usadas, mas podem não ser. Elas precisam estar de acordo com as nossas necessidades, o que ainda está sendo avaliado.

No Complexo do Alemão, ocupado desde novembro, casas de traficantes servem de base para PMs dos batalhões de campanha e soldados da Força de Pacificação.

A região a ser pacificada foi dividia em três: uma UPP será instalada para os morros de São Carlos, Mineira, Zinco e Querosene, outra para Coroa, Fallet e Fogueteiro e outra para Escondidinho e Prazeres.

- Cada favela, no entanto, terá um posto avançado para facilitar o nosso trabalho. Teremos um efetivo de aproximadamente 700 homens, mas ainda não há prazo para a instalação das UPPs exatamente porque precisamos definir e construir as três sedes.

Diferentemente do que acontece em outras UPPs, o policial descartou a hipótese de serem usados contêineres para abrigar os PMs temporariamente. O efetivo, segundo Ramos, já está à disposição em quartéis da PM.

Embora ainda não haja confirmação oficial sobre o uso de casas que eram de traficantes, no que depender de localização estratégica, a casa de Foca preenche os requisitos. A casa, de dois andares e terraço, tem vista panorâmica da região, inclusive da Prefeitura do Rio e do Sambódromo.

SEGURANÇA: Pais acreditam em futuro melhor para seus filhos no São Carlos

__________________________________________________________________________________
Este Post tem apoio cultural da Inspiração Perfumes
____________________________________________________________________________________
Moradora espera obras de melhoria na comunidade
O clima é de esperança entre os moradores do Complexo do São Carlos, na região central do Rio de Janeiro, após aocupação das forças de segurança no domingo (6) para a instalação de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). A grande maioria dos pais acredita que, para a nova geração da comunidade, a pacificação trará um futuro melhor.

Este é o caso da família Neves, comandada por dona Márcia, de 48 anos. Ela mora há quase 30 anos no morro São Carlos. Mãe de quatro filhos, já testemunhou muitas mudanças nolocal e acredita que, a partir de agora, a favela poderá ser mais tranquila. A mulhe também espera ver seus netos sendo criados com mais liberdade.

O filho da dona Márcia, Daniel Neves, de 28 anos, deseja que finalmente a paz chegue ao São Carlos.

- Eu fui criado soltando pipa nas ruas, sem medo de bala perdida ou de ser usado no tráfico de drogas. Mas a partir de 2000, isso aqui virou um inferno. Espero que a situação fique tranquila.

Márcia ressaltou que não basta apenas polícia nas ruas para poder dar um futuro melhor para as crianças.

- Polícia é melhor que traficantes andando armados pelas ruas, mas para um futuro melhor de meus netos é preciso muito mais. Creches, áreas de lazer, campos de futebol e outros lugares, onde a gente pode deixar nossos meninos sem medo. Essa turminha que está crescendo vai ver uma nova história no morro.

Ela torce para que as autoridades invistam na comunidade e que as crianças de hoje não trilhem o mesmo caminho de muitos dos amigos de seus filhos que acabaram morrendo cedo, com 18 ou 20 anos, nas mãos do tráfico.

- Já vi muitos morrendo, muita arma e droga. Sinceramente, espero que meus netos não precisem passar por isso. Sei que moramos em uma favela, mas acho que existe condição de ter mais infraestrutura.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

SEGURANÇA: Bope fica por um mês no São Carlos

__________________________________________________________________________________
Este Post tem apoio cultural de Mister Body Art
__________________________________________________________________________________
O Bope (Batalhão de Operações Especiais) vai manter equipes no Complexo do São Carlos durante um mês, antes que as UPPs sejam montadas na região
A informação foi dada pelo coronel Lima Castro, relações públicas da Polícia Militar, em entrevista à rádio CBN. Ele esclareceu que, durante esse período, os policiais vão vasculhar as casas das comunidades à procura de crininosos.

- A primeira etapa foi a tomada do território, agora estamos na segunda etapa, que é o vasculhamento mais amplo de área, depois o Bope vai vasculhar tudo, antes de liberar o complexo para instalação das UPPs.

As nove favelas foram ocupadas na manhã deste domingo (6) por 846 homens, entre policiais militares, civis e federais, além de fuzileiros navais, com 17 blindados da Marinha participam da ação, entre eles os chamados M113 e quatro anfíbios do modelo Clanf.

O Complexo do São Carlos vai receber três UPPs ao longo do primeiro semestre de 2011. São Carlos, Fallet/Fogueteiro e Prazeres/Escondidinho serão, respectivamente, a 15ª, a 16ª e a 17ª UPP da cidade. As futuras Unidades receberão 600 praças, 30 graduados (cabos e sargentos) e seis oficiais.

Bandidos fugiram do morro durante a semana

Nesta semana, policiais do Batalhão de Choque impediram que um caminhão com parte da mudança de um dos chefes do tráfico do complexo do São Carlos deixasse o morro.

Os móveis e eletrodomésticos seriam de Lindinho e iriam para a Rocinha, onde o criminoso estaria escondido, assim como outros traficantes do São Carlos. Ao lado do gerente do tráfico, conhecido como Coelho, Lindinho controla a venda de drogas no morro. 

No veículo, havia pelo menos duas TVs de plasma, uma delas de 52 polegadas, além de geladeira, fogão, máquina de lavar, entre outros móveis e aparelhos de ar condicionado. A mercadoria nova estava embalada. A polícia investiga se a carga foi roubada ou comprada pelo traficante, que pretendia montar uma casa na Rocinha.

SEGURANÇA: Tropas federais trabalham em conjunto na ocupação do São Carlos

__________________________________________________________________________________
Este Post tem apoio cultural da Inspiração Perfumes
____________________________________________________________________________________
Polícia toma nove favelas do Rio sem um único tiro
Soldados patrulham favela após a operação
Noventa minutos bastaram para 850 homens da Polícia Militar e do Exército invadirem hoje, domingo, nove favelas do Rio de Janeiro, no Brasil, sem a necessidade de recorrer às armas.

Apoiados por 17 blindados e quatro viaturas anfíbias, as autoridades tomaram conta dos "morros" da zona de Santa Teresa, Catumbi e Estácio no centro da cidade.

Os traficantes de droga que dominavam os territórios optaram por fugir ou esconder-se, já que a operação foi noticiada com antecedência para que não existissem vítimas inocentes.

O superintendente da Polícia Federal no Rio, Angelo Fernandes Gioia, disse que a corporação está trabalhando no complexo de favelas de São Carlos com 110 homens, além de atuar também na área de inteligência, na troca de informações com as forças de segurança do estado do Rio.

“Esse é um esforço em conjunto que tem como objetivo principal a retomada do território e oferecer à população do nosso estado segurança, porque esse é o grande débito que todos nós temos com a sociedade.”

O comandante do Grupamento de Fuzileiros Navais, capitão de mar e guerra Yerson de Oliveira Neto, disse que a Marinha apoiou a ocupação das nove comunidades com 17 blindados e 150 fuzileiros navais, a maior parte com experiência na Força de Paz do Haiti.

O chefe do policiamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio, inspetor Stanley, disse que as forças de segurança também tinham preocupação com as saídas da cidade e, por esse motivo, a PRF reforçou o policiamento desde a última quarta-feira (2) nas estradas de acesso ao Rio de Janeiro, especificamente a ponte Rio-Niterói e a Rio-Magé, “buscando identificar possíveis fugas de traficantes do Rio para outras regiões do estado”.

sábado, 29 de janeiro de 2011

SEGURANÇA: Polícias realizam operações para impedir fuga de traficantes

Denúncia de que bandidos de favelas de 
Santa Teresa estariam fugindo para região metropolitana 
desencadeou série de operações
Policiais do Batalhão de Operacões Policiais Especiais (BOPE) e do 12º BPM (Niterói) realizaram, no início da manhã desta quinta-feira (3), uma operação em três favelas de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

De acordo com o comandante do Bope, tenente-coronel Wilman René, havia uma denúncia de que supostos traficantes do Complexo do São Carlos, no Rio, tentariam migrar para aos morros do Serrão, Boavista e Juca Branco, localizados no bairro do Fonseca, em Niterói.

Isso porque, desde o último dia 28, a polícia militar realiza operações em favelas de Santa Teresa e imediações, inclusive no Complexo do São Carlos, para a implantação de uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). 
Após cerca de duas horas de operação, cerca de 55 policiais saíram da comunidade sem presos ou apreensões. Não houve troca de tiros.

Blitz para impedir fuga:
Durante a madrugada, policiais militares do batalhão de São Gonçalo (7°BPM), com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizaram operações de trânsito nas principais vias de acesso ao município de São Gonçalo, também na Região Metropolitana do Rio.

Uma denúncia de que traficantes estariam deixando o Rio de Janeiro para se refugiar nos municípios de Niterói e São Gonçalo foi passada para o Núcleo de Operação Especiais (NOE) da PRF.

Ainda segundo a denúncia, supostos traficantes iriam aproveitar o aumento do fluxo de veículos na Ponte Rio-Niterói devido ao retorno de torcedores que foram ao jogo de Flamengo e Nova Iguaçu, pela Taça Guanabara, no estádio do Engenhão.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

SEGURANÇA: Polícia faz operação em quatro favelas no Rio. Helicóptero da Globo e prédio da prefeitura são atingidos

__________________________________________________________________________________
Este Post tem apoio cultural de Mister Body Art
__________________________________________________________________________________
Piloto fez pouso de emergência em Jacarepaguá, sem feridos. Situação é tensa na região do Estácio
Globocop após o pouso forçado em Jacarepaguá
Cerca de 150 policiais civis do Rio estão, desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira, no conjunto de favelas da Mineira, no Estácio, região central da capital fluminense. A chegada dos policiais provocou reação dos traficantes de drogas do local, que abriram fogo contra os agentes e atingiram, com três disparos, um helicóptero da Rede Globo de televisão, que fazia imagens da ação.

Segundo informou a emissora, a aeronave, conhecida como Globocop, foi atingida por três disparos no momento em que se preparava para registrar a operação. “Um dos projéteis atingiu o assoalho, o segundo, a região central e o terceiro, a cauda da aeronave, modelo Eurocopter AS350 B2. Este terceiro projétil afetou a dirigibilidade do Globocop e obrigou o piloto Antonio Ramos a realizar um pouso forçado no Aeroporto de Jacarepaguá”, informa uma nota divulgada pela Globo.

Além do piloto, estavam a bordo o operador de sistemas Roberto Mello Reis e a repórter Karina Borges. A Rede Globo informa que ninguém se feriu e que o incidente foi comunicado “às autoridades policiais e aeronáuticas”.

O Centro Administrativo São Sebastião, prédio da prefeitura do Rio conhecido como 'Piranhão', também teve janelas alvejadas, mas não há registro de feridos.

Pouso forçado - De outra aeronave, um cinegrafista da Rede Record conseguiu filmar o Globocop se deslocando rapidamente até o aeroporto de Jacarepaguá. Ao chegar perto do solo, em uma área com grama, o helicóptero toca o chão com violência e chega a quicar. Em seguida, os ocupantes deixam a cabine às pressas.

As favelas do São Carlos, Zinco, Querosene e Mineira são o alvo da ação, que segundo a polícia tem objetivo de investigar e reprimir as quadrilhas de traficantes que atuam no local. Apesar da intensa troca de tiros entre policiais e criminosos nas quatro favelas ainda não há registros de feridos. O objetivo da ação, segundo a polícia, é combater o tráfico de drogas.

Ataques a aeronaves – Em outubro de 2009, na zona norte do Rio, traficantes alvejaram um helicóptero da Polícia Militar que dava apoio a uma operação no Morro dos Macacos. Três dos ocupantes morreram. A favela, em 2010, foi ocupada para receber uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).
Helicóptero da Polícia Civil sobrevoa favelas no Estácio: 
reação de traficantes leva tensão ao bairro

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

SEGURANÇA: Homens armados assaltam posto de combustíveis na Barra da Tijuca

Três homens armados assaltaram, nesta quarta-feira, um posto de venda de combustíveis localizado na Avenida das Américas
Três homens armados assaltaram, nesta quarta-feira, um posto de venda de combustíveis localizado na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

De acordo com testemunhas, os homens armados com pistolas renderam um funcionário e conseguiram roubar dinheiro, um rádio e um celular. A ocorrência foi registrada na 16ª DP (Barra da Tijuca).